Processo di produzione
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Materie prime
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Storia |
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O Casulo Feliz está situado em Maringá (Noroeste do Paraná), região brasileira de grande produção de casulos do bicho-da-seda. A empresa nasceu em 1988, motivado pela idéia de que o fio de seda também deveria ser produzido de forma manual, sendo efetuado o aproveitamento dos casulos impróprios para a indústria e também a reciclagem dos subprodutos dessa mesma matéria-prima.
Sedimentando em idéias de naturalismo, a empresa foi transformando esse pensamento em trabalho socialmente e ecologicamente responsavel. Todos os casulos, fios, palhas ou estopas que são fibras doadas pela natureza, foram transformadas em objetos de desejo para o nosso bem estar.
Iniciando nosso trabalho em uma roca Laneira de madeira, fomos com o passar do tempo desenvolvendo máquinas para que o material que fornecemos hoje fosse possível, de forma a reduzir o desperdício, e aumentando a criatividade de criação.
Atualmente produzimos mais de 20 tipos de fios, de infinitos tingimentos vegetais, tentando sempre criar satisfação por meio da qualidade.
Ao longo do crescimento da empresa, os fios artesanais, passaram a ser matéria-prima de produto de qualidade exuberante, resistência e beleza ímpar. Em seguida, passamos a nos preocuparmos com os tingimentos e descobriu técnicas naturais para aproveitar diversos pigmentos vegetais da biodiversidade brasileira, como casca de cebola, raiz do curcuma, folhas de manga, herva mate e sementes de urucum. Tudo na medida certa para garantir cor e luminosidade.
Alem de diversos produtos para decoração e moda, que podem ser visualizados neste site.
No caminho de tecer fibras naturais, O Casulo Feliz persegue a perfeição da seda em sua beleza mais primitiva que aguce cada um dos sentidos. Hoje, quem leva para casa a marca O Casulo Feliz entra em um novo universo que vai além do que alguém pode supor, com novos sentimentos e desejos.
Estamos sempre abertos a sugestões e ao crescimento, colocando-nos a inteira disposição de nossos clientes e amigos.
Gustavo Augusto Serpa Rocha.
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Processo di produzione |
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Materie prime |
| O sisal |
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O sisal (Agave spp. Agavaceae) é uma planta utilizada para fins comerciais.
O A. sisalana é cultivado em regiões semi-áridas. No Brasil, os principais produtores são os estados da Paraíba e da Bahia.
Do sisal, utiliza-se principalmente a fibra das folhas que, após o beneficiamento, é destinada majoritariamente à indústria de cordoaria (cordas, cordéis, tapetes etc).
O sisal, Agave Sisalana Perrine, é uma planta originária do México. Os primeiros bulbilhos da agave sisalana foram introduzidos na Bahia, em 1903, pelo Comendador Horácio Urpia Júnior nos municípios de Madre de Deus e Maragogipe, trazidos provavelmente da Flórida, através de uma firma americana., foi difundido inicialmente no estado da Paraíba e somente no final da década de 30 na Bahia. Atualmente o Brasil é o maior produtor de sisal do mundo e a Bahia é responsável por 80% da produção da fibra nacional.
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| A Rami |
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O rami é uma planta têxtil, introduzida no Brasil em 1939, no sul do estado de São Paulo, mas que foi descoberta como uma extraordinária forrageira, principalmente por sua riqueza em proteínas. Pertence à família das urtigas mas não "queima" como estas, porque não tem os pêlos urticantes.
Existe um grande número de variedades de rami mas a mais indicada para a alimentação de animais é a "murakami", por ser precoce, de alta produtividade e de folhas grandes e carnudas. Seu teor de proteínas é de 24% nas folhas e de 13% nos caules, o que significa um teor de 20%, superior à proteína existente na alfafa.
Embora produza sementes, o rami é multiplicado por rizomas ("raízes") que apresentam gemas, das quais nascem os caules, que são eretos, com folhas denteadas, verdes na parte de cima e branco-prateado no inferior. Pode atingir 2,5 a 3m de altura e 0,15m de diâmetro
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| A Juta |
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A Juta (Corchorus capsularis) é uma fibra têxtil vegetal que provém da família Tilioideae. Esta erva lenhosa alcança uma altura de 3 a 4 metros e o seu talo tem uma grossura de aproximadamente 20 mm, crescendo em climas úmidos e tropicais. A época de semear varia, segundo a natureza e o clima.
As plantas florescem 4 a 5 meses depois de semeadas e inicia-se imediatamente a colheita. A fibra útil é contida entre a casca e o talo interno e a extração é feita pelo processo da maceração. As árvores cortadas rente ao solo por meio de foices, são limpas das folhas, postas em feixes dentro da água corrente ou parada.
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| O algodão |
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O algodão é uma fibra branca ou esbranquiçada obtida dos frutos de algumas espécies do gênero Gossypium, família Malvaceae. Há muitas espécies nativas das áreas tropicais da África, Ásia e América, e desde o final da última Era glacial tecidos já eram confeccionados com algodão. Atualmente, somente 4 espécies são aproveitadas em larga escala para a confecção de tecidos e instrumentos médicos.
As fibras são colhidas manualmente ou com a ajuda de máquinas. Sendo que a forma manual de coleta é feita normalmente nos arbórea e traz um produto muito mais livre de impurezas. De uma forma ou de outra, as fibras sempre contêm pequenas sementes negras e triangulares que precisam ser extraídas antes do processamento das fibras. As fibras são, de facto, pêlos originados da superfície das próprias sementes. Estas sementes ainda são aproveitadas na obtenção de um óleo comestível.
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| A seda |
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A seda faz parte da história do homem há mais de 3 mil anos. Segundo a lenda, uma princesa chinesa retornando à sombra de uma grande amoreira onde havia tomado chá no dia anterior, encontrou em sua xícara um casulo, pegando-o em sua mão, percebeu que podia desenrolá-lo como a um novelo produzindo um longo fio, brilhante e muito resistente.
Mostrando a seu pai, este convocou tecelões, relatou o efeito e ordenou a confecção de um tecido que durante séculos foi usado pelos nobres. Sua produção era mantida em mais alto sigilo e a punição para quem transgredisse essa ordem era a pena de morte.
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